"Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte."
Gabriel Garcia Marquez
domingo, 8 de novembro de 2009
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
A fazer a travessia*
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo...E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares... É o tempo da travessia ...E se não ousarmos fazê-la, teremos ficado... para sempre...À margem de nós mesmos... "
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
A minha chega ainda mais longe =D
"Esta tarde, quando vinha a guiar pela M.G. Road, que é a nossa rua sofisticada, cheia de lojas americanas e empresas tecnológicas, vi o pessoal da Yahoo! a instalar um novo letreiro à porta dos seus escritórios:
Até onde chega a sua ambição?
Levantei as mãos do volante a afastei-as até à distância entre ambas ser maior que o caralho dum elefante.
- Até aqui, filho-da-mãe!
Aravind Adiga, in "O Tigre Branco"
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Era uma vez... Um Mundo Ideal*
Estava de directa, esgotada após uma noite de trabalho sobre a produção de conteúdos 3D multimédia... Não sei como surgiu a ideia, sei que era algo que queria fazer há muito tempo.
Deitei-me no velho sofá, peguei na velha almofada (que ainda cheira à minha infância!) e passei a tarde a ver filmes da Disney.
Ri, chorei, voltei atrás no tempo*
Adorei voltar (à minha) Agrabah, a cidade do encantamento, onde cada pedinte tem uma história e cada camelo tem um conto. 
É no meio de uma confusão que Aladino descobre uma lamparina poeirenta. Ao limpa-la, dá-se um efeito estrondoso e um Génio mágico aparece, pronto a executar três desejos.
Três desejos que mudaram a vida de Aladino... e a minha infância!
É uma sensação arrebatadora terem passados tantos anos e, de repente, numa hora, voltar atrás no tempo. Lembrar cheiros, histórias, recordar sonhos... (Momento mágico*)
Sonhar, acreditar, ousar e fazer são os quatro pilares da filosofia Disney
E hoje, esses quatro pilares da Disney, são também os meus pilares!
Os pilares para uma vida ideal... e para um mundo ideal*
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"Não queiras ser famoso. Não queiras ser um armazém de regras. Não queiras apreender a função das coisas. Não queiras ser o mestre do conhecimento que manipula. Procura compreender o mais algo degrau das coisas, viajando a um nível em que não há sinais, exercitando plenamente o que recebeste da natureza, negando tudo o que há de pessoal e subjectivo em ti. Numa palavra: procura o vácuo sem ideias."
Tchuang-Tseu, filósofo chinês ligado ao taoismo, século III ou II a. C., Book of Tchuang-Tseu
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Viver Intensamente
eu vou... pra longe!
eu faço...diferente!
eu rio...ate chorar!
eu sonho...muito alto!
eu arrisco...tudo!
eu penso...por mim...e por ti!!
eu mudo....tudo e derrepente!
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Uma (grande!) lição de vida
"Superfície azul do céu,
asas em curva de dores,
Fernão Capelo levanta e voa,
porque voar é importante,
mais que comer e viver.
Caro é pensar diferente,
viver em infinitos,
voar dias inteiros
só aprendendo a voar.
Gaivota que se preza
tem de sentir as estrelas,
analisar paraísos,
conquistar múltiplos espaços.
Gaivota que se preza
precisa buscar perfeição.
Importante é olhar de frente,
em uma, em dez, cem mil vidas.
Para Fernão nada é limite:
voa, treina, aprende,
paira sobre o comum do viver.
Se o destino é o infinito,
o caminho é nas alturas!"
Esta é uma história de uma gaivota, de nome Fernão, decide que voar não deve ser apenas uma forma para a ave se movimentar.
A história desenrola-se sobre o fascínio de Fernão pelas acrobacias que pode modificar , e em como isso transtorna o grupo de gaivotas do seu clã.
É uma história sobre liberdade, aprendizagem e amor. - três valores indispensáveis, para mim*
Publicada por Patrícia Lima à(s) 01:15 0 comentários
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
"O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS. É O SILÊNCIO DOS BONS..."
Martin Luther King
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
"Frequentemente tenho longas conversas comigo mesmo, e sou tão inteligente que algumas vezes não entendo uma palavra do que estou a dizer!"
Óscar Wilde
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"O mundo pode ser um palco. Mas o elenco é um horror."
Oscar Wilde
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Eu (Não) Sou Charlotte Simmons
Sou viciada em livros, é um facto.
Jefferson Luiz Maleski, dizia:
“Aquele que tem por vício a leitura, droga alucinógena das mais leves, acabará cada vez mais dependente dela. E o pior, passará para drogas mais pesadas, como a escrita. Nesta fase crítica, o leitor, agora escritor, tende a fugir regularmente da realidade e ter devaneios de que, assim como Deus, é criador de Universos inteiros.”
Não sou daquelas pessoas que diz que adora ler em todo o lado a toda a hora, não, sem dúvida, isso faria com que o acto de ler perdesse metade do encanto, o inesperado virar de página, o encontro imprevisto e incerto de novas histórias, de novas personagens.
Contudo, quando começo a ler, faço-me sempre acompanhar do livro e, quando menos espero, (re)começo a viagem, porque as melhores viagens que fazemos são, e serão sempre, lendo bons livros.
A verdade é que cada livro não é um texto, mas um palimpsesto, no qual lemos ou relemos em filigrana todas as nossas leituras anteriores. Não há leituras definitivas: “A leitura de um livro antes lido e relido, e que, anos mais tarde você torna a pegar e a lê-lo de novo, da primeira à última página, esmoendo-o, analisando com exactidão cada frase, compreendendo tudo, interpretando cada passagem, descobrindo o que permanecia obscuro ou duvidoso, de tal sorte que, ao cabo, possa afirmar ‘este eu assimilei inteiramente, não há nada mais, em todo ele, que não saiba’”. O verdadeiro leitor não tem “livro único”, mais importante que os demais.
O livro que comecei a ler esta semana foi “Eu Sou a Charlotte Simmons”, de Tom Wolfe,, um jornalista e escritor norte-americano, conhecido por seu estilo marcadamente irónico. Nos EUA, é considerado um dos fundadores do "new journalism", movimento jornalístico dos anos 60 e 70.
Na obra, Tom Wolfe traça um panorama das universidades americanas no início do século XXI. O autor acompanha a chegada da linda e inteligente Charlotte Simmons, uma caloira brilhante e deslumbrada, à vida universitária regada a sexo fortuito e doses extras de álcool.
Ainda vou a meio do livro, com 700 páginas, mas penso já ter lido o suficiente para traçar uma crítica ao autor.
Ora bem, o objectivo de Tom Wolfe é criticar a juventude materialista, vazia, exageradamente abusadora da sua libertinagem, consumidores compulsivos de bebidas alcoólicas e praticantes de sexo desenfreado, sem qualquer tipo de envolvimento social. Uma juventude que vive entre a tensão racial, a luta entre classes e a falta de horizontes intelectuais!
O que acontece, na realidade, na obra, é que Wolfe, ao querer criticar um extremo da juventude de hoje, usou um outro extremo: Charlotte Simmons – uma campónia que nunca tinha saído das montanhas até ir para a universidade, altura essa em que consegue entrar numa das melhores universidades dos E.U.A., arrecadando ainda uma bolsa de estudos; a nível académico é um génio; com 18 anos já leu todos os grandes clássicos; é uma católica praticante exemplar; é virgem; nunca apanhou uma bebedeira; não diz palavrões e fica escandalizada só de ouvir os colegas dizer a palavra “mer**”.
Apesar de detestar os dois extremos, estou a adorar o livro. Não é uma literatura compacta, mas é intensa, descreve as personagens e as cenas de uma forma “nua” que, por vezes, choca, e refiro-me a ambas as partes envolvidas, quer no caso de Charlotte, quer na restante comunidade académica.
Bem, agora uma crítica ao Sr. Wollfe: penso que não tomou a melhor opção ao usar um extremo, para criticar outro, pois, dessa forma, o livro torna-se muito enfadonho, existindo apenas o preto e o branco. Além disso se queria retratar a realidade dos dias de hoje, apesar da juventude estar bem retratada a nível linguístico e organizacional, a personagem que usou para a criticar é completamente descontextualizada e desleal do retrato realista que pretendia conferir à obra.
E digo mais: o autor John C. Parkin lançou um livro intitulado “Fuck It”, onde defende que devemos começar a usar a expressão em voz alta e acredita que ela funcionará como um catalizador para mudarmos a nossa vida. Para melhor. Segundo ele, se somarmos, durante uma semana, todos os «sim» que na realidade deveriam ter sido «não», vamos ficar exaustos com a soma. E com o estrago que fizemos na mossa qualidade de vida.
"Quantas vezes já lhe apeteceu? Quantas vezes engoliu em seco e não foi capaz de o dizer? Experimente fazê-lo, uma vez. Esqueça o que os outros vão pensar ou que considerações vão tecer. Diga «fuck it». Diga-o, em voz alta. Às vezes, é terapêutico."
Sabe que mais Mr. Wolfe? Eu concordo com John Parkin e acho que, quando um jovem, como qualquer pessoa de outra(s) idade(s) está realmente chateado, nunca dirá (para bem da sua saúde mental): “Caquinha para isto tudo”!,
Nem mesmo Charlotte Simmons*
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Instruções para Salvar o Mundo (e a nós próprios)*
Li, ainda há poucos dias, o livro "Instruções Para Salvar o Mundo". E descobri que,sim, era mesmo isto que eu precisava, instruções para salvar este mundo de crise. Não crise económica, que essa vai e vem, conforme a gula dos que nos controlam, mas a crise de valores, essa sim, que permanece e apodrece, cada vez mais, com o passar dos tempos e das gerações.
Retirei algumas frases que degustei com muito prazer. Espero que também a vós, vos ajude a salvar o mundo, ou, pelo menos, o vosso mundo*
“Era essa a profissão do irmão de Marina. Cirurgião plástico. Um médico que escolhia especializar-se em estética sabia muito bem porque o fazia – para conseguir um andar de luxo como este, para se tornar milionário e levar uma vida de sumptuosos tão falsa como os implantes com que enchia a peitaça das suas pacientes: trémulos grumos de silicone escorregadios e fofos com medusas. Que nojo.”
Página 84
“- Imagina um quilo de sopa de letras. Aquelas pequenas letras de massa, sabes. Imagina agora que as deitas numa panela. Ficariam todas misturadas. Esse é o ponto de equilíbrio da entropia. Ou seja, o ponto de desordem máximo. Mas imagina que alguém forma palavras com as letras, ou que separa todos os «M» por um lado e todos os «S» por outro. Se espreitares a panela e vires que as letras estão separadas e ordenadas, sabes com certeza que alguém o fez. Pois é isso que a vida faz. Ordena as letras essenciais do Universo. A vida é, então, ordem. É um pensamento bonito.”
Página 96
“Sei que às vezes a vida aperta tanto que não deixa lugar para respirar. E então bebo. (…) Há bons truques contra o desespero, e todos passam por sairmos de nós próprios. Do buraco da nossa própria pena.”
Página 161
“Já sabes, nós somos pós de estrelas.”
Página 162
“Tudo o que aprendemos nas nossas vidas breves não é mais do que uma ninharia insubstancial arrancada à enormidade do que nunca saberemos.”
Página 164
“Mas agradeço-te, porque as boas acções melhoram o mundo.”
Página 196
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sábado, 15 de agosto de 2009
Se não fosse desta linda cidade, eu não era o que sou*
Poema de Teixeira de Pascoaes, poeta amarantino, onde este descreve a excelência da sua (nossa!) cidade. Só para quem conhece e tem sensibilidade para apreciar a grandiosidade e beleza de Amarante!
"Ai, se não fosse a névoa da manhã
e a velhinha janela onde me vou
debruçar para ouvir a voz das cousas,
eu não era o que sou.
Se não fosse esta fonte que chorava
e como nós cantava e que secou ...
e este sol que eu comungo, de joelhos,
eu não era o que sou.
Ai, se não fosse este luar que chama
os espectros à Vida, e se infiltrou,
como fluido mágico, em meu ser,
eu não era o que sou.
E se a estrela da tarde não brilhasse;
e se não fosse o vento que embalou
meu coração e as nuvens nos seus braços,
eu não era o que sou.
Ai, se não fosse a noite misteriosa
que meus olhos de sombras povoou
e de vozes sombrias meus ouvidos,
eu não era o que sou.
Sem esta terra funda e fundo rio
que ergue as asas e sobe em claro vôo;
sem estes ermos montes e arvoredos
eu não era o que sou."
( As Sombras )
TEIXEIRA DE PASCOAES
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Jornalismo, a arte de chegar atrasado logo que possível*
Como disse um grande escritor sueco, Stig Dagerman, “o jornalismo é a arte de chegar atrasado logo que possível”.
Na verdade o jornalismo é o primeiro coveiro do presente, empurrando logo que possível as novidades para o passado.
O jornalista vive sempre no passado, uma espécie de passado ínfimo, olhando para o futuro, mas sempre no “imediatamente após”, recolhendo sempre os vestígios das coisas que acabaram de ocorrer. É como alguém que assiste à festa e depois varre o chão da sala. Decantando permanentemente esse passado instantâneo é impossível que o jornalista não fique saturado de nostalgia".
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
"Eu venho de longe
Estou quase a chegar
Apresento-me hoje
Porque amanhã, não vou estar."
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terça-feira, 28 de julho de 2009
A Loucura da Normalidade
«Esta loucura não reconhecida ameaça a humanidade mais que nunca porque nunca o potencial destrutivo nas mãos dos famintos de poder foi tão grande como hoje. Este tipo de doença difere da do esquizofrénico num ponto essencial: o esquizofrénico encontra-se numa luta consigo próprio para conseguir lidar com um mundo insuportável; a loucura dos «sãos» é, pelo contrário, uma luta na qual outros têm de ser vencidos para que eles próprios se possam sentir seguros.»
Arno Gruen, A Loucura da Normalidade.
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sexta-feira, 24 de julho de 2009
Será que este eléctrico vai para o céu?
Os electricos têm um quê de romantismo, a maquinaria, o ranger, o cheiro do metal ...
O único senão é a sensação de " lá vou eu" ao passar com a mota por cima dos carris. Molhados então são um pesadelo.
Mas...
Esquece as motos...Tenta fazer uma viagem de electrico com a cabeça completamente "vazia"...
Há muitos anos fiz isso, andei o dia todo às voltas num eléctrico!
De repente a vida quotidiana parou! Só me interessavam os meus pensamentos, alternados pela escuta das engrenagens!
Estava longe de casa, muito longe. Estava sozinha......... E estava mais feliz que nunca!
Naquela viagem de electrico, os sonhos voltaram.... não só voltaram como a cabeça só tinha espaço para os sonhos...
Para os antigos que estavam na lista de espera de realização, e para os novos, que entravam a cada segundo, a cada volta das rodas daquele eléctrico!
Fui interrompida por uma rapariga japonesa, com um ar tão estranho que parecia saída de um dos meus sonhos*
"Sabe para onde vai este electrico?"
Encolhi os ombros, mas sorri por dentro e questionei-me de uma forma sarcástica:
"Será que este eléctrico vai para o céu?"
* Este não é mais um conto baseado numa história real, todo este texto é uma descrição real, de uma travessia acontecida há 4 anos 1/2, no eléctrico nº24, numa qualquer cidade, com uma viagem que mudou a minha vida!
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terça-feira, 7 de julho de 2009
Segue a minha estrela*
"Pensar, ao olhar para a imensidão do céu, a que distância nossos sonhos podem chegar "
Desde cedo, a astronomia foi associada ao conhecimento.
Quem não reflecte, ao olhar para o céu?
Já na Idade das Cavernas a astrologia influenciava a vida do ser humano.
Hoje em dia, olhar para o céu é um luxo esquecido!
Hoje enquanto olhava para o céu pensei em algo que nunca tinha parado para pensar antes: aquele mesmo céu que estava sobre mim estava também sobre o nascimento de um bébé, um casamento, um funeral, os animais na floresta,alguém que acabara de encontrar a pessoa com quem vai passar o resto da vida, pessoas no Japão, Grécia, Índia, pessoas de todas as culturas e crenças, sobre todas as celebridades e sobre os mendigos… sobre recém nascidos e velhinhos… O mesmo céu que estava comigo estava com o resto do mundo…
E toda essa imensidão me fez pensar noutra coisa: a imensidão do céu está para mim assim como as minhas vontades e desejos estão para o mundo!!!
Lembro, desde pequenina, a frase do Pinóquio: "Primeira estrela que vejo, realizo meu desejo!".
Todos nós quando nascemos nasce também uma estrela, e ao longo da nossa vida essa estrela vai ficando ou mais escondida ou vai aparecendo com mais intensidade, conforme os nossos comportamentos, a nossa maneira de agir perante os outros, perante o mundo e perante nós mesmos. Acredito cada vez mais que todos nós temos uma estrela que nos indica o caminho, a nossa estrada está marcada e ao olharmos para o céu, onde existem milhares de estrelas, uma é nossa, é aquela que brilha mais quando nós olhamos para cima e ao longo da vida nos acompanha em todos os momentos.
"Se calhar as estrelas, só estão iluminadas para que um dia, cada um de nós possa encontrar a sua.""
O principezinho" - Saint Exupéry
Eu encontrei a minha!
Segue a minha estrela...
Publicada por Patrícia Lima à(s) 03:07 0 comentários